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Exonerando Manuel I Comnenos: Política Externa Bizantina (1143-1180)

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Exonerando Manuel I Comnenos: Política Externa Bizantina (1143-1180)

Por Darryl Keith Gentry II

Dissertação de mestrado, Georgia Southern University, 2012

Introdução: Manuel I Comnenos (1143-80) herdou uma impressionante máquina militar e política de seu avô Aleixo I (1081-1118) e do pai João II (1118-43). No apogeu da carreira de Manuel, ele reconheceu a vassalagem de todos os estados cruzados, os seljúcidas de Rûm, os húngaros e os sérvios. Ele também estabeleceu uma presença significativa na Itália para conter a crescente influência alemã. Logo após sua morte, no entanto, a corte bizantina ficou quase paralisada por conspirações e caos, e em um quarto de século não conseguiu evitar que os cruzados de 1204 saqueassem brutalmente Constantinopla, a primeira catástrofe da cidade em seus novecentos anos história. Por mais de oito séculos, os historiadores tentaram explicar como essa dramática reviravolta nos acontecimentos poderia ter ocorrido. Muitos argumentam que Manuel I desperdiçou os recursos de seu império para concluir uma política imperial cada vez mais irrealista e excessivamente ambiciosa. O objetivo deste trabalho é refutar essas afirmações.

Para responder à questão de saber se a política externa de Manuel era ou não irreal e talvez até perniciosa para o império, é necessário examinar sua carreira. No entanto, esse exame deve ser conduzido independentemente dos horrores de 1204. Como Manuel justificava sua política externa e como seus contemporâneos o viam? Manuel foi excepcionalmente ativo devido às limitações de seu império e foi rápido em se adaptar à paisagem política em mudança, incluindo seus reveses. Este trabalho irá detalhar cada uma das décadas do reinado de Manuel, discutindo os objetivos do imperador e medindo seus sucessos e fracassos. A conclusão oferecerá um julgamento geral do reinado de Manuel.

Imagem superior: Manuel I Comnenos e sua segunda esposa Maria de Antioquia


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