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Maces na Transilvânia medieval entre os séculos XIII e XVI

Maces na Transilvânia medieval entre os séculos XIII e XVI

Maces na Transilvânia medieval entre os séculos XIII e XVI

Por Andrei Octavian Farcas

Dissertação de mestrado, Universidade da Europa Central, 2016

Resumo: Cabeças de maças medievais têm sido frequentemente ignoradas por estudiosos e muitos artefatos desse tipo permanecem inéditos e às vezes desconhecidos em vários museus até hoje. Em alguns países, como a atual Hungria, Polônia ou a ex-URSS, pesquisas arqueológicas dessas armas foram realizadas para entender seu uso e sua origem. Atualmente, existem duas cronologias de digitação em uso, mas ambas limitadas a certas áreas geográficas. Um levantamento de pesquisas conduzidas em maças realizadas em museus da Transilvânia revelou que a bolsa de estudos neste tópico é escassa e as cabeças de maça são freqüentemente deixadas em coleções com datação incorreta ou sem datação.

Na presente tese, criei uma nova cronologia tipográfica para a Transilvânia, com base em estudos e analogias existentes, comparando os resultados com pesquisas de outras regiões. Concluo que a Transilvânia estava entre as poucas regiões com um grande número de cabeças de maça que, pelo menos depois do século XII, inclui tipos que são raros em outras partes da Europa Central e Oriental. Além da importância da cronologia tipográfica na datação de novos artefatos, a principal contribuição da tese para a bolsa de estudos é a compilação do primeiro catálogo de quase todas as cabeças de maça atualmente conhecidas, agora mantidas em museus da Transilvânia.


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