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Velhice, altura e nutrição: equívocos comuns sobre a Inglaterra medieval

Velhice, altura e nutrição: equívocos comuns sobre a Inglaterra medieval

Velhice, altura e nutrição: equívocos comuns sobre a Inglaterra medieval

Por Felinah Memo Hazara Khan-ad-Din

Publicado online (2003)

Introdução: Assim como a introspecção enriquece nossa experiência de vida e nossos relacionamentos pessoais, examinar a história enriquece nossa compreensão da sociedade e de como as pessoas responderam a desafios comuns em muitas circunstâncias diferentes. Expandir o estudo histórico para visualizar o cotidiano dos indivíduos envolvidos aumenta muito esses benefícios, mas revela a complexidade desse estudo. Compreender qualquer assunto complexo requer simplificação, e a história medieval não é exceção. Portanto, é natural usar a experiência pessoal para ajudar a criar um modelo mental da vida cotidiana medieval. A relativa escassez de registros escritos na Inglaterra medieval, especialmente antes do século 14, apenas fortalece a tendência de preencher a experiência de vida medieval por analogia com os séculos 18 e 19 mais bem documentados, ou mesmo com nossa experiência moderna.

Enquanto a generalização e a analogia fornecem um ponto de partida necessário para qualquer estudante da história medieval, o recurso aos registros reais fornece uma “verificação da realidade” essencial. Pois, ao contrário de um viés subconsciente comum, as tendências históricas não progridem de forma constante ao longo do tempo, e muitas correlações válidas durante os períodos mais bem documentados não podem ser projetadas com precisão no período medieval. Esse estudo do registro medieval muitas vezes revela equívocos fascinantes sobre a experiência medieval, e este artigo explora três desses equívocos.


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